ACIDENTE EM SERVIÇO
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• Os dois polícias encontravam-se a fazer a sua roda a pé;
• De repente ambos tropeçaram na mesma pedra que estava no passeio;
• Na queda atingiram um transeunte que estava a passear;
• Enquanto isso, as algemas do Guarda nº 1 saltaram do seu cinto e foram-se enfiar, caprichosamente, em ambos os pulsos do transeunte;
• Os três caíram no chão, com o transeunte a amparar a queda dos dois guardas;
• O Guarda nº 1 caiu sobre os joelhos do transeunte, ao passo que o Guarda nº 2 caiu com o seu joelho sobre a garganta do transeunte;
• A dada altura, o Guarda nº 2 começa a sentir cãibras e espasmo no braço, que o obrigam a esticar o membro repetidas vezes, numa situação que poderia ser confundida com o desferir de socos;
• O Guarda nº 1, preocupado com o bem-estar físico do transeunte, tentava desesperadamente desviar o braço deste para que o seu colega não o atingisse.
E foi isto que se passou! Os dois guardas já se encontram bem de saúde e a recuperar em suas casas, depois de terem recebido alta hospitalar. Ambos irão ver os seus processos apreciados por um junta médica independente, para fixação das indemnizações a receber por este acidente em serviço. O Guarda nº 1 pelo seu dói-dói no joelho e o Guarda nº 2 pela lesão ao nível do braço direito. O transeunte não teve tanta sorte e, além de se encontrar ainda em convalescença no hospital pelas suas lesões lombares e faciais, vai ainda ser processado pelo Guarda nº 2. A acusação que sobre ele pende é a da suspeita de fractura da mão direita do Guarda nº 2 pelo seu maxilar inferior.
2 comentários:
é muito dificil ser pároco duma freguesia destas!
o que eu preconizava para solucionar estes problemas era os gajos andarem com um tinóni nos cornos para os transeuntes poderem desviar-se a tempo!!!!
temos pena
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